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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Hiperligações para questionários com o Mobile Study
Aqui ficam algumas experiências realizadas pelos alunos da disciplina de Latim A.
http://www.mobilestudy.org/u/21482/
http://www.mobilestudy.org/u/21488/
http://www.mobilestudy.org/u/21480/
http://www.mobilestudy.org/u/21479/
http://www.mobilestudy.org/u/21483/
Experiências com o Wirenode
No início da oficina, explorámos ferramentas especialmente direcionadas para as tecnologias móveis. Uma delas foi o WireNode, que permite conceber sites acessíveis através de telemóveis. penso que no futuro, são ferramentas a explorar... Aqui fica o endereço do espaço que criei e que, no futuro, poderá vir a ser utilizado.
A este propósito, partilho esta explicação, em inglês, sobre «To be wired».
http://lport.wirenode.mobi
Recursos para estudar a Cultura Clássica II
Mais dois vídeos interessantes: um sobre Cartago e outro sobre a Grécia.
Recursos para estudar a Cultura Clássica I
Quando estamos a trabalhar com as ferramentas da web 2.0, o nosso interesse pela forma como a tecnologia é integrada nas aulas fica mais apurado. Decidi, por isso, procurar uma série de recursos sobre a Grécia, já que estou a dar aulas de Grego, neste ano letivo. Aqui fica uma sequência de pequenos vídeos, ótimos para realizar atividades nas aulas. Este, por exemplo, leva-nos até Olímpia, a cidade dos Jogos Olímpicos, jogos pan-helénicos que se realizavam em honra de Zeus, de Héracles e de Pélops, o seu primeiro vencedor.
Experiências no Second Life
A formação contemplou uma viagem pelo Second Life, um ambiente imersivo que tem sido utilizado na aprendizagem. Estivemos em Paris, passamos por Amesterdão, fomos às compras, passámos pela Universidade de Aveiro... Fomos tirando fotografias ao grupo. Aqui ficam algumas fotografias tiradas durante esta viagem pelo mundo... virtual.
Mapas concetuais - trabalho dos colegas 1
Uma das maiores riquezas da formação online é a possibilidade de partilharmos múltiplos materiais e pontos de vista, com os colegas. Ao longo desta oficina, temos partilhado muitas das nossas criações. Hoje, por exemplo, partilho aqui dois trabalhos de um colega, o Yann, que também se dedicou a elaboração de mapas concetuais. Para além de ser útil, penso que ficou esteticamente muito interessante.
Mapas concetuais - experiência 2
Mais uma experiência com mapas concetuais, desta vez com uma ferramenta muito simples: «Text 2 Mind Map». Apresenta a vantagem de poder ser utilizada, rapidamente, numa aula.
Experimentem aqui: http://www.text2mindmap.com/
Experimentem aqui: http://www.text2mindmap.com/
Mapas concetuais - experiência 1
Fiz este mapa concetual, recorrendo à ferramenta Gliffy, que só apresenta o inconveniente de ser gratuita durante um mês. De resto, permite um conjunto de personalizações que muito me agrada. Escolhi o texto do «boletim meteorológico» por vários motivos. Em primeiro lugar, porque considerei que seria um texto muito adequando para representar através de um mapa concetual; é, pois, uma razão linguística. Para além disso, a linguagem meteorológica sempre me fascinou. A capacidade de criar múltiplas mensagens, com um léxico relativamente reduzido, é deveras interessante.
Do ponto de vista didático, este mapa pode servir para redigir um texto; mas pode, também, originar uma previsão muito diferente, se mudarmos as ligações entre os diferentes elementos. Aliás, julgo que será esse um dos exercícios a pedir aos alunos: que criem a previsão meteorológica para o dia seguinte, por exemplo, «mexendo» nestas ligações.
Na seleção das minhas intervenções, deixei uma sobre estes objetos de aprendizagem, que me interessam particularmente.
Aprendizagem invisível
Considerei interessante esta sequência sobre «aprendizagem invisível». Cada vez mais, aprendemos sem nos aperceber, enquanto utilizamos as novas tecnologias. Para além disso, elas estarão completamente integradas nas nossas vidas quando deixarmos de ter a noção de que a estamos a usar, tornando-se, assim, mais naturais.
Curiosidades sobre a tecnologia
O volume de informação existente é crescente e necessita de ser cada armazenada. Reparem na quantidade de novos conceitos que surgem, para exprimir as unidades de armazenamento...
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Seleção das minhas melhores intervenções
O meu TOP 10 (inicial) de ferramentas web
1. Wikispaces
Coloquei esta ferramenta em primeiro lugar, sobretudo, pela sua versatilidade. Permite conjugar texto e imagem, disponibilizar ficheiros e hiperligações. Para além disso, possibilita o trabalho colaborativo. É uma ferramenta que uso há bastante tempo com os meus alunos e até em contextos de formação. Julgo que preciso de explorar, ainda mais, as potencialidades do trabalho colaborativo, entre os alunos. Partilho um endereço wiki que foi utilizado e enriquecido, há dois anos, com uma turma minha, http://grego-12e.wikispaces.com/, no âmbito da disciplina de grego, e um outro, para quando ainda havia área de projeto: http://esmtg-aprojeto-12e.wikispaces.com/.
Estou convencido de que esta ferramenta apresenta um grande potencial na aprendizagem de línguas, sobretudo através da escrita colaborativa.
2. Animoto
Sou um fã desta ferramenta e só não a coloquei em primeiro lugar devido aos limites de tempo que lhe estão associados. Nas aulas, e extremamente versátil e de fácil utilização. Partilho alguns realizados pelos meus alunos de 10.º no de escolaridade, já neste ano, sobre mitos e lendas greco-latinos:
http://animoto.com/play/gFrnNXUJ9Y1rIzNxPGWa0Q
http://animoto.com/play/7qYBt756QNn3q0p4o4kGzA
http://animoto.com/play/8nYbVDtonAj8sW5iodJjVQ
O Animoto é uma ótima ferramenta para introduzir ou sintetizar um tópico, para além de funcionar como estratégia de motivação.
Partilho convosco estes que realizei, em contextos diferentes (para promover Biblioteca Escolar, para uma aula de Grego e para desejar Feliz Natal).
http://animoto.com/play/FA8D0H4cap01YwwCARRCCA
http://animoto.com/play/Xkey5QMUX1PBqTxqavOHKA
http://animoto.com/play/3n7Qsb3akuXRxnLkXelzfg
3. Skype
Descobri esta ferramenta há uns anos e passei a utilizá-la, até para fazer, pequenas reuniões com colegas, fora da escola. Depois disso, utilizo-a em vários contextos. Ainda não a explorei com os alunos, por há um recurso mais habitual ao email, mas penso que temum enorme potencial, quer para a aprendizagem de línguas, quer para o eslarecimento de dúvidas. Claro que dá muito jeito para falar com os amigos mais ou menos distantes. O meu nome no Skype é «sempermelior». O que me levou a colocá-la em terceiro lugar, e não numa posição melhor, foi o facto de ainda haver algumas limitações, nomeadamente em termos de utilização da videoconferência.
4. Blogger
Fácil de utilizar e ótima para divulgar textos dos alunos, por exemplo, e partilhar pontos de vista. Prefiro o Blogger a outras aplicações por considerar que é mais intuitivo. Na minha escola, por exemplo, existe um blogue de notícias, de que sou um dos editores. Disponível em http://esmtgnoticias.blogspot.pt/
Para além desta dimensão, enquanto utilizador, destaco a utilização que faço como consumidor de informação disponibilizada em blogues, sobretudo nos que se relacionam com a língua, a literatura e a cultura portuguesas.
5. Voki
Foi uma descoberta recente, mas que já me convenceu. A facilidade de utilização e a possibilidade de transformar o texto em voz são mais-valias. Ainda tenho muito a explorar, mas já o fi com os alunos, como tive a oportunidade de mostar. Aliás, penso que nesta semana irei ter mais alguns trabalhos realizados com esta ferramenta que poderei, depois, mostrar. Em situação de aula, a sua utilização é muito fácil e rápida, o que permite variar as atividades.
6. Mobile study
Também é uma descoberta recente e que já explorei, no âmbito desta oficina. Mostrei-a aos meus alunos de 11.º ano e, na próxima semana, vai ser utilizada por eles, mas no âmbito da disciplina de Latim. Gostei da possibilidade de conjugar o texto com a imagem e de termos alguma margem de manobra, por exemplo, ao nível do número de opções que podemos utilizar.
7. Issuu
É uma ferramenta que dignifica o trabalho anteriormente feito. A partir de formatos mais simples, como um documento de texto, consegue-se um efeito muito interessante. Na minha escola, existe uma revista, organizada pela Biblioteca Escolar, pela qual sou eu o responsável gráfico. No ano letivo passado, pela primeira vez, optámos por disponibilizá-la, apenas, online. Claro que a crise deu uma ajuda... ;)
Aqui fica a hiperligação para um dos números.
http://www.esmtg.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=634&Itemid=541
8. YouTUBE
Utilizo-o, apenas, como consumidor. Nas aulas, é ótimo para mostrar aspetos ligados a Roma e à Grécia antigas. Mas também o é para ouvir música e explorar/aprofundar conteúdos, de várias disciplinas. Tem, nomeu caso concreto, um enorem valor enquanto ferramenta que democratizou o acesso à memória. Tenho conta, também, no TeacherTUBE, mas sinto que ainda não explorei todas as potencialidades desta ferramenta.
9. Google
Talvez por ser tão banal, acabei por colocá-lo numa posição menos «simpática». Contudo, as funcionalidades que oferece são inúmeras, desde a folha de cálculo aos questionários, passando pelos documentos em regime de escrita colaborativa, de que sou um utilizador assíduo. Como ferramenta educativa, não o tenho explorado muito ou talvez o seu uso se esteja a tornar cada vez mais «invisível» e inconsciente.
10. Wordle
Em aulas de língua e de literatura tem sido uma ferramenta auxiliar preciosa. Recomendo-a aos alunos quando têm de fazer apresentações orais e na exploração prévia de alguns textos. É pena a forma como se podem gravas as nuvens de palavras, que não me parece muito cómoda (geralmente, imprimo para um ficheiro em extensão pdf, para usar depois).
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